Preenche as notas finais das disciplinas em valores (0-20);
2
Preenche as notas dos exames realizados em pontos (0-200);
3
Seleciona as várias disciplinas optativas;
4
Deves selecionar 2 exames a contar para a média final (entre as disciplinas bienais optativas e a filosofia);
5
Nas disciplinas Anual I e Anual II deves colocar as notas finais das tuas duas disciplinas anuais em valores (0-20). Exemplos: Física, Biologia, Geologia, Química, Psicologia, Sociologia, Economia C, Geografia C, Oficina de Artes, Oficina Multimédia;
6
Se realizares exames enquanto externo, deves preencher as notas finais nos campos no fundo da tabela.
INSTRUÇÕES
1
Preenche a tua nota final de curso profissional, contando já com a nota da PAP, em pontos (0-200);
2
Preenche as notas dos exames que realizaste e que contam para o calculo da tua media (PT + 1 à tua escolha), em pontos (0-200);
3
Se realizaste outros exames que queres utilizar com PI, coloca em baixo, em pontos (0-200). Não precisas de repetir os exames do ponto anterior.
INSTRUÇÕES
1
Preenche a tua nota final de curso profissional, contando já com a nota da PAP, em pontos (0-200);
2
Preenche as provas de ingresso que realizaste, em pontos (0-200);
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Durante a minha licenciatura em Arquitetura pelo ISCTE-IUL fundei a start-up Inspiring, que teve como objetivo a criação de serviços de eventos e marketing promocional. primeiramente para instituições de ensino superior e outras entidades ligadas à educação. Colaboro há mais de 5 anos com os Gabinetes de Acesso ao Ensino Superior (GAES), sendo estes regidos pela Direção Geral de Ensino Superior, onde aprendi tudo sobre o processo de candidatura ao Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior. Especializei-me em Empreendedorismo Cultural e Indústrias Criativas pelo Audax. Sou também formador certificado e tirei mais tarde um mestrado em Management na NOVA-SBE. Fundei o projeto Inspiring Future no ano letivo 2013/2014 com a Filipa Cinha, criando posteriormente a Associação Inspirar o Futuro, onde sou o atual Presidente. Sou viciado em séries e tenho uma pancada por Legos. A coisa de que mais gostava era que fizessem uma série sobre Legos ou uma coleção de Legos sobre séries televisivas.
Inês Silva
Coordenadora Nacional e Formadora
Licenciada em Relações Públicas e Comunicação Empresarial na Escola Superior de Comunicação Social, encontrei na equipa da Inspiring Future o desafio de que a minha vida precisava. Tendo eu própria passado pelo que todos os jovens passam - as várias dúvidas sobre qual a melhor escolha para o nosso futuro – (e que filtros usar no Instagram), percebi que podia fazer a diferença com este projeto. Sou aventureira por natureza, curiosa e sobretudo preocupada em ajudar os jovens a decidir o seu futuro: optem pelo Amaro, nunca falha. Vi nesta nova aventura a possibilidade de ganhar experiência profissional e acima de tudo, conhecer uma equipa fantástica que está sempre de sorriso na cara.
Francisco Oliveira
Coordenador de Marketing e Plataformas
Após uma reunião entre a U.DREAM e o Projeto Unlimited Future, onde disse meia-dúzia de postas de pescada, vim parar ao Projeto Inspiring Future, onde giro parceiros e tento aprender a falar para ser formador. Sou eternamente pirralho irritante e apaixonado por esta coisa das pessoas e de as ajudar, portanto acho que vou conseguir formar alguma coisa, nem que seja a mim próprio. Uma das minhas experiências mais marcantes foi ir de Erasmus para a Turquia durante o meu Mestrado de Engenharia Electrotécnica e de Computadores. Resultado? Quando não pude ir repetir a experiência e ir para a Polónia, acabei inserido na U.DREAM - a realizar sonhos a crianças - no Já T’Explico - a dar explicações do 5º ao 9º ano - e a trabalhar na Decathlon em part-time enquanto fazia a tese. Como não chegava, mais tarde fiz um Curso Executivo em Marketing and Sales Intelligence porque desenvolvi uma paixão enorme por Marketing. Uma palavra que me descreve é a aleatoriedade, por isso escrevi esta bio toda ao contrário e o dei ao Vicente, que fez o que pode.
Cláudio Duarte
Gestão de Websites e Plataformas Digitais
Sou de Enxofães, pequena aldeia no concelho de Cantanhede, mas já residi e estudei nos Estados Unidos da América (2001-2008), portanto, estava mesmo a precisar de viver num sítio normal, tipo Lisboa. Licenciado em Novas Tecnologias da Comunicação pela Universidade de Aveiro, vim trabalhar para a Inspiring Future porque eles são muito lindos e não estão nem em Enxofães nem nos EUA. Antes de aqui chegar, trabalhei como Freelancer, onde disponibilizo serviços de Web Development, Branding e Design, estando disponível a atuar em outras vertentes, menos na vertente dança e artes do espetáculo. Atualmente programo em HTML 5, CSS 3, JavaScript, PHP, SQL e MySQL, e na Inspiring obrigaram-me a aprender mais uma: Ruby on Rails. Quase todo o design lindo desta Associação é feito por mim, tal como este belo site 😊
Luna Duarte
Produção Audiovisual
Inês Bom
Office Manager
Pedro Vieira
Gestor de Parceiros Projeto Centro e Formador
Em pequeno a minha mãe levou-me ao teatro. Hoje arrepende-se. Se há sítio onde me sinto bem, é lá! Sonhador por excelência, há quem diga que para conseguir concretizar todos os sonhos que tenho em mim, precisaria de viver duas ou três vezes. Quis a vida (e a minha mãe) que de antes de subir a um palco me licenciasse. Assim foi... Licenciado em Gestão de Marketing pelo ISCTE-IUL, onde durante 3 anos representei e atuei mais do que estudei. Mas aqui estou eu...
Por lá geri, também, uma organização de empreendedorismo, fiz parte da Tuna Académica e trabalhei para o Departamento de Comunicação. Quando achava que teria chegado finalmente a altura de me poder dedicar ao meu ofício de sonho, eis que a Inspiring entra na minha vida. Fui chamado ao serviço e não fui capaz de dizer que não. Diz que agora sou formador. Comunicar, motivar, contar histórias e mudar vidas sempre foi um desejo, por isso eis-me aqui! Broadway, espera só mais um bocadinho que eu estou a chegar, mas estou atrasado.
Ana Correia
Formadora
Sempre falei por tudo e por nada! Contudo, acho que nunca soube muito bem aquilo que queria ser quando fosse grande. Nos meus últimos anos académicos apercebi-me de que nunca me senti tão bem em comunicar para os outros. Depois de ter estudado Relações Públicas e Comunicação Empresarial durante três anos na Escola Superior de Comunicação Social, achei que devia continuar na área e aventurei-me num mestrado... mas acabei por fazer uma pausa e focar-me exclusivamente no meu trabalho como formadora. E como a vida não é só trabalhar, de sexta-feira a domingo, fora do meu horário de trabalho, ativo o meu modo "party animal" e domino o dance floor dos meus spots favoritos na noite lisboeta!
Maria Oliveira
Responsável pelas Escolas Norte e Formadora
Sou Maria e sou de Fátima, acho que está tudo dito. Ai não, também sou escuteira... Há 10 anos e o Escutismo da me vida!! Mas a minha vida não se resume apenas a isto. Licenciei-me em Relações Humanas e Comunicação Organizacional no Instituto Politécnico de Leiria, e gostei tanto da experiência que acabei a realizar lá o meu estágio curricular no Gabinete de Imagem e Comunicação, onde trabalhei as redes sociais e fiz representações em feiras de ensino superior. Foi aqui que descobri o Yorn Inspiring Future e decidi saltar da terra santa para a invicta!! Pronto é isto, isto e piadas secas e vídeos de YouTube que me dão vida.
Madalena Fragoso
Coordenadora Projeto Centro e Formadora
Ricardo Filipe
Gestor de Parceiros Projeto Norte e Formador
Ana Isaías
Estagiária Centro
Foi no meu 12º ano que a Inspiring Future entrou na minha vida, quando foram à minha escola.
Desde então que sigo e acompanho tudo o que fazem, sempre de olho na JobShop, a ver se haveria alguma oportunidade que eu pudesse aproveitar.
Entretanto começei e terminei a minha Licenciatura em Arte Multimédia, na Faculdade de Belas-Artes da UL, tendo, nesses três anos, vivido ao máximo a minha vida académica: desde viajar pelo país com a tuna, a descobrir a minha paixão pela fotografia até à minha experiência de Erasmus, que é considerada por muitos fora da caixa (para os mais curiosos, estive em Jerusalém, na Bezalel Academy of Arts & Design, e sim, foi mega fixe).
Portanto, para quem não esteve a prestar muita atenção ou quiser só um resumo, comecei esta viagem como groupie da Inspiring Future e passado 4 anos consegui juntar-me à equipa (happy dance). Fiz a minha licenciatura na FBAUL, sendo que vivo para a tuna e anseio retornar à terra santa onde fiz Erasmus. E se por acaso não souberem de mim é porque provavelmente estou a fazer bolos ou bolachinhas.
Carolina Figueiredo
Estagiária Norte
Os jovens já não querem saber do que se passa na sociedade?
Marta Abreu
Redatora com Futuro
2 Maio 2020
Tens alguma aplicação de um órgão de comunicação social no teu smartphone? Vês o telejornal frequentemente ou lês notícias todas as manhãs? Ficas-te apenas pelas letras gordas?
Uma estudante de direito, Ana Sofia Mendes, e os seus amigos fizeram uma experiência de onde puderam retirar que os jovens
"Não lêem, não vêem jornais e nem sequer vêem televisão. Ficam só pelas letras garrafais que lhes vão aparecendo."
Cada vez mais, a relação dos jovens com as notícias tem vindo a decair.
Existem várias explicações para este fenómeno dos jovens já não quererem saber do que se passa na sociedade:
Redes sociais
O mundo digital permite-nos o acesso direto e facilitado à informação.
Se pensarmos bem, o consumo de informação de um jovem hoje é muito maior do que aquele de um jovem no tempo dos nossos pais. Então, porque é que isto é um problema?
Apesar do consumo de informação ser de facto superior, este é um consumo imediato. Já não há procura de informação, mas sim um acesso direto e espontâneo.
Os jovens atualizam-se sobre a sociedade com o que lhes vai aparecendo no feed das redes sociais, e é aqui onde devemos ter especial atenção: as redes sociais são o local onde existe maior disseminação de fake news.
Seria de esperar que os jovens não fossem tão vulneráveis a notícias falsas, mas isto não acontece porque confiam naqueles seguem desde sempre, sem nunca questionar se determinada informação corresponde à realidade.
E já te perguntaste à cerca daquele anúncio que aparece magicamente no teu feed depois de teres pesquisado sobre o mesmo assunto?
Este algoritmo, que sabe tudo sobre os nossos interesses e elimina o que não nos cativa, torna a nossa perceção à cerca do que se passa no mundo muito redutora.
Se o que mais nos interessa for futebol, então só nos irá aparecer conteúdo futebolístico. Vamos sempre focar-nos nesse único assunto e não nos iremos informar sobre o resto.
Notícias desinteressantes e repetitivas
Muitos jovens consideram as notícias repetitivas e desinteressantes e estão apenas abertos para temas como as alterações climáticas ou assuntos de crime, violência e catástrofes.
Em relação a temas políticos ou económicos, o interesse desaparece devido à falta de conhecimento sobre tal.
Segundo Inês Amaral, professora da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, os jovens esperam uma “adaptação da linguagem” para que possam entender estes assuntos.
Da nossa parte pelo menos, podes sempre contar com a "adaptação de linguagem" tanto nas notícias, como nos artigos, como em tudo o que envolve acesso ao ensino superior!
Falta de hábitos e “preguiça mental”
Se aos 14 anos tiveres sido incentivado a acompanhar as notícias diariamente, certamente que te tornarás um adulto interessado sobre a sociedade em que te inseres.
Ora, outro grande problema que se verifica é a falta de criação de hábitos de leitura e do incentivo a assistir ao telejornal desde cedo.
Quantas vezes já abriste um artigo e pensaste para ti mesmo “Eish, tanto texto! Não vou ler isto tudo…”?
O mais provável é teres ficado pelas letras grandes ou teres dado apenas uma vista de olhos rápida pelo texto. E isto não quer dizer que não te interesses sobre o assunto em questão, mas trata-se daquilo a que chamamos de “preguiça mental” e que tem de ser altamente contrariada.
Agora que te confrontaste com a verdadeira relação dos jovens com as notícias, está na hora de fazeres uma introspetiva e veres aquilo em que podes melhorar.
Para isso, deixamos-te aqui algumas sugestões:
1. Vai à app store do teu smartphone, na categoria de notícias, e instala uma das aplicações dos órgãos de comunicação social. Tip: as que estão em destaque costumam ser as mais fidedignas.
2. Aproveita o tempo em que estás nos transportes públicos para ouvir as notícias na rádio.
3. Habitua-te a ver o telejornal todos os dias. Se o vires em família, aproveita para debater os vários assuntos tratados.
4. Lê um livro por mês (vai-te ajudar a contrariar a “preguiça mental”).
Estes pequenos (grandes)hábitos vão te ajudar a ser uma pessoa mais culta e preocupada com as várias temáticas sociais.