Governo aprovou pagamento de 4518 bolsas de estudo no ensino superior

Inspiring Future
28 Setembro 2015
A Direcção-Geral do Ensino Superior ordenou na passada semana o pagamento de 4518 bolsas de estudo deferidas até quinta-feira, informou o Ministério da Educação e Ciência.

 

 

“Cumprindo com o acordado com as associações académicas e de estudantes de se fixar um calendário mensal para pagamento das referidas bolsas, a DGES propôs-se pagar no dia 25 todas as bolsas com decisão favorável. Desta informação já foram notificados os próprios estudantes bolseiros, bem como as federações e associações académicas e de estudantes”, refere a tutela em comunicado.

O novo calendário de pagamento de bolsas de estudo no ensino superior tem alterações excepcionais em Setembro para garantir que o atraso no deferimento de bolsas não deixe os alunos sem o pagamento respectivo já este mês. O movimento associativo nacional e a Direcção-Geral do Ensino Superior (DGES) reuniram-se na passada semana para discutir não só os problemas informáticos na plataforma electrónica de submissão de candidaturas a bolsas, mas “todo o processo de atribuição de bolsas de estudo”.

Em comunicado, a Federação Académica do Porto referiu, na altura, que a DGES acedeu a introduzir, excepcionalmente, alterações ao calendário do pagamento de bolsas recentemente instituído. Nessa semana, por despacho de Director Geral do Ensino Superior, ficou estipulado que o dia 25 de cada mês passaria a ser o dia fixo para pagamento das bolsas aprovadas até ao dia 10.

“Excepcionalmente este mês, e por ser mês de arranque de ano lectivo, foram pagas hoje, dia 25, todas as bolsas deferidas até às 13h00 de ontem, dia 24”, lê-se no comunicado hoje enviado pelo Ministério da Educação e Ciência. Na mesma nota, o ministério afirma que as bolsas de estudo no ensino superior tiveram um aumento médio de 90 euros ao longo dos últimos quatro anos, que o limiar de elegibilidade aumentou em cerca de 840 euros e que o tempo médio de decisão para atribuir estes apoios foi reduzido em 76 dias.

 

Fonte: PÚBLICO


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